Pular para o conteúdo principal

Arrumando as coisas....


Arrumar tudo!


Quando você pensa em arrumar tudo já dá uma preguiça danada e você até sente "aquele" cansaço e já desiste de começar a arrumar?

Isso é muito comum, principalmente hoje em dia onde nós não temos tempo direito pra mais nada, precisamos fazer tudo e no menor tempo possível... só que quando você for arrumar alguma coisa, você tem que dar atenção total!

Estou falando principalmente das coisas em nossas vidas tais como arrumar emprego, seus relacionamentos (com namorada, esposa, amigos, família, etc.), suas contas, seus objetivos, suas pendências, seus projetos, TUDO!

Isso é o principal fator para entrarmos na famosa bola de neve. Imagina se você vai deixando um pouquinho de cada um desses fatores pra resolver depois? Quando for perceber não sabe por onde começar certo? Você está se identificando com isso? Também é muito comum, você não é nenhum E.T., é só mais um ser humano, cidadão do Brasil ou mesmo de qualquer parte do mundo. Não sei dizer se é algo somente do nosso país ou se isso é uma epidemia mundial, deixar para resolver as coisas depois.

Tá certo que quem fica "bitolado" em arrumar tudo e toda hora fica chato, não tem vida, só pensa nisso o tempo inteiro.

O que estou querendo dizer é que se começar a resolver alguma coisa, procure sempre terminá-la e não adiá-la, você vai ver que sua cabeça vai ficar mais leve...

Você vai conseguir aproveitar melhor seus momentos de descanso...


Bom é isso aí por hoje galera!

Lembrem-se: não tenham pressa, ela é inimiga da perfeição!

Comentários

Dane disse…
ta ta ta já sei, mas oq fazer qd vc só funciona no pânico do último minuto?rsrs

Postagens mais visitadas deste blog

Entre Estruturas e Escolhas

A estrutura em que vivemos é baseada no poder — simbólico, econômico, sexual, espiritual — que sempre foi concentrado, por séculos, nas mãos dos homens. E essa estrutura, chamada patriarcado , não se mantém apenas por força bruta. Ela se sustenta por uma engrenagem delicada: a naturalização da desigualdade , a romantização do sofrimento, e a repetição quase inconsciente de papéis impostos. A questão aqui não é sobre vilões e vítimas, bons ou maus. O que está em jogo é perceber como todos nós fomos ensinados a existir dentro de um sistema desigual , onde a masculinidade foi moldada como sinônimo de dominação, e a feminilidade, muitas vezes, como sinônimo de sacrifício. Mas o mundo está mudando. As vozes femininas vêm se levantando com força. Há uma ruptura em curso. E como toda revolução, essa também traz reações. O surgimento de grupos como os redpills ou incels é reflexo direto desse abalo na estrutura. Homens que perderam seus antigos privilégios — ou que nunca conseguiram ocupá-lo...

Entre o Eu e o Mundo: Felicidade, Responsabilidade e Acolhimento

Você se deparou com algum dos discursos que exaltam a autonomia individual como se ela fosse uma solução para todas as dores humanas? Frases como “a felicidade só depende de você” ou “ninguém pode te ferir se você não permitir” proliferam em livros de autoajuda, palestras motivacionais e até mesmo em terapias superficiais. No entanto, essa visão, quando tomada como verdade absoluta, corre o risco de transformar-se em uma forma de alienação e narcisismo. Ela nos leva a ignorar que a vida não é uma experiência isolada, mas um tecido coletivo, marcado por relações e estruturas sociais que nos moldam e nos atravessam. Se cada pessoa passasse a viver apenas “no seu próprio mundo interno”, o que aconteceria com as dores compartilhadas, como o feminicídio, o racismo, o abuso infantil, a pobreza? Essas não são dores individuais, mas feridas coletivas. Quando falamos de violências estruturais, o silêncio e a indiferença são cumplicidade. Ignorar um morador de rua ou tratá-lo como invisível...

A Redenção como Ciclo Consciente

Dia desses ouvi um padre exorcista dizendo que suas experiências lidando com essas situações, levaram-no a compreender que a pessoa que estaria possuída, teria de alguma forma realizado a comunhão sem antes ter se confessado. Essa declaração me fez entrar em uma reflexão mais profunda sobre o que de fato acontece em uma confissão.  Na minha percepção, no caso da religiosidade usar isso com ferramenta, existe uma intencionalidade de controle através do medo e da culpa. Mas refletindo mais profundamente nessa questão, outras culturas também valorizavam de alguma forma, o ato desse reconhecimento do erro como um caminho o que me levou a pensar quais dispositivos psicológicos, sociais, espirituais entram em ação quando de fato assumimos nosso erro? Fui criado em uma cultura que, com frequência, encara o erro como um desvio a ser punido, esquecido ou escondido. Desde a escola, aprendi que errar é fracassar, mas percebi, já adulto, enquanto professor de capoeira, que talvez o erro seja, ...